sábado, 10 de outubro de 2015

Cura da Erisipela.!

Olá fofíssimas, hoje venho dizer à vocês de como me curei de uma infecção chamada ERISIPELA.
Essa é mais ou menos a que tive, mas em mim era menor.

Só fui conhece-la quando apareceu em mim. Vou contar minha historia, e de como consegui me curar desta infecção.
Bem... Tudo começou no final de 2011, quando percebi que minha perna começou a aparecer uma mancha vermelha e ficar inchada. Fui marcar consulta, a Doutora examinou e deu o diagnostico de ser erisipela. Como eu já tinha ingerido diversos tipos de antibióticos receitados por postos de saúde, a perna havia desinchado. Então a Doutora recomendou que eu passasse o spray (RIFOCINA) para reduzir as partes avermelhadas e nas partes escurecidas, usa-se a pomada (AZELAN).
Até ai tudo bem.... Ou mais ou menos... Pois no mês de Abril de 2014 voltou a aparecer as manchas em minha perna mesmo depois de tomar muitos antibióticos para o tratamento, piorava cada vez mais e alias ela já estava toda manchada e feia. 
Quando finalmente tomei uma decisão de não ir mais procurar os médicos, fiz pesquisas na internet e descobri a 'tal coisa' que ia por um fim nessa situação, e sabe o que era? .... BABOSA!!!! Sim, Babosa! Peguei umas folhas dessa maravilhosa planta e misturei em um hidratante corporal, passei todos os dias em minha perna que estava avermelhada por conta da erisipela. Com o passar de poucas semanas minha perna simplesmente curou, já não tinha mais vermelhidão! Fiquei maravilhada com o resultado, e até hoje não sofro mais com essa infecção.

O que é ERISIPELA?

"Erisipela é uma infecção cutânea causada geralmente pela bactéria Streptcoccus pyogenes do grupo A, mas pode também ser causada por Haemophilus influenzae tipo B, que penetram através de um pequeno ferimento (picada de inseto, frieiras, micoses de unha, etc.) na pele ou na mucosa, disseminam-se pelos vasos linfáticos e podem atingir o tecido subcutâneo e o gorduroso.
Na maioria dos casos, a lesão tem limites bem definidos e aparece mais nos membros inferiores. Embora menos frequente, ela pode localizar-se também na face e está associada à dermatite seborreica.
Constituem grupo de risco para a infecção pessoas com excesso de peso, portadoras de diabetes não compensado, de insuficiência venosa nos membros inferiores, as cardiopatas e nefropatas com inchaço nas pernas, as imunossuprimidas ou com doenças crônicas debilitantes.
Sintomas
Os primeiros sintomas — febre alta, tremores, mal-estar, náuseas, vômitos – podem instalar-se precocemente. A lesão na pele vem acompanhada de dor, rubor (vermelhidão) e edema (inchaço). Em alguns casos, formam-se bolhas ou feridas, sinal da necrose dos tecidos.
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico. Às vezes, pode-se recorrer à biópsia e ao exame de cultura, mas esse não é o procedimento de rotina.
Tratamento
Na fase inicial da doença, antibióticos orais, repouso e elevação do membro afetado por pelo menos duas semanas costumam ser suficientes para a regressão do processo infeccioso, se a pessoa estiver em condições físicas favoráveis. A resposta é mais rápida, quando é ministrada penicilina por via intramuscular (benzetacil).
Em muitos casos, o uso dos antibióticos deve ser repetido periodicamente, por tempo a ser determinado pelo médico, para evitar as erisipelas de repetição.
Recomendações
* Siga rigorosamente o tratamento prescrito para evitar as crises de repetição. Mal controlada, a erisipela pode ter consequências graves;
* Enxugue bem o vão entre os dedos dos pés para evitar a proliferação de fungos. Eles podem provocar lesões por onde penetrará a bactéria causadora da erisipela;
* Lembre-se que o portador de diabetes, esteja a doença compensada ou não, pode perder parte da sensibilidade nos pés, o que os torna mais suscetíveis a ferimentos e infecções pelo estreptococo. Se não conseguir examiná-los sozinho, pelo menos uma vez por semana, peça ajuda para verificar se não há sinal de micose entre os dedos, bolhas, pequenos cortes ou calosidades que possam transformar-se em porta de entrada para bactérias. A escolha dos calçados deve ser criteriosa;
* Use meias elásticas para reduzir o edema das pernas;
* Não se automedique; ao perceber os sintomas iniciais da erisipela, procure assistência médica para diagnóstico e tratamento;
* Tente manter o peso nos limites recomendados."

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